Sonntag, Juli 17, 2011

Cute!

- Oh, your mom in the room, blech!
- You hate my mom,not?
- Not, I love her. She gaves birth to you.

Samstag, März 26, 2011

Tormento



Den würd ich aber nicht mehr mit ins Bett nehmen. Der ist doch schon ganz kalt.
Heut morgen war er ganz warm.
Das ist deine Wärme, nicht seine.
Na und?
Verstehst du denn nicht: Er ist tot.

[Schnurre]

Donnerstag, Februar 17, 2011

Het spijt me II

"A quem confiar minha tristeza?"

[Trecho de uma das canções da Igreja Russa]





Ainda foge de minha comprensão o porquê do desculpa ou sinto muito soarem palavrões e ofensas proferidos por mim. Daí a facilidade de pedir desculpas, tentar tentar repetir até que soem como devem ser e que melhore a dor, insatisfação, que salve algum pedaço de mim ainda não esmigalhado.

Talvez a miséria seja uma roupa que combine muito com meu tom de pele. Um sinto muito com o nariz vermelho e olhos marejados devem ser muito bonitos de se verem em mim. Não sei.Nunca o quis também. E aí vem a inércia da própria situação, a preguiça da circunloquicidade dos passos que nunca serão passos e não por falta de esforço. Parar de engatinhar, começar a andar, logo correr, cansar, cortar as próprias pernas para transfigurar a maldade em pedaços pequenos da própria carne para tentar entender. Não entender, cansar de perguntar entre soluços "por que?", ver que há muito a ser feito mas ver também que é mais bonito ficar assim, parada, soluçando, nariz vermelho, sem pernas, olhos completamente perdidos; apenas um mito superestimado.

Mittwoch, Januar 19, 2011

Graça!

Depois de cervejas o Paul resolveu aprender uma frase ou outra em português; claro que minha noção de nível de importância é por toda débil e deu no que deu, rs :


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Depois ele resolveu me filmar tragando. Fetiche por fumantes? Prova criminal de que estou fumando em local fechado? Não sei, mas até que ficou legal :

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Tot straks.

Sonntag, Januar 16, 2011

Het spijt me

De todos os nossos problemas o principal está comigo: não saber o significado, a importância da espera. Resquícios de minha adolescência talvez, medo de ver escorrer entre os dedos todas as possibilidades, mania de tentar sempre brincar cruelmente com o tempo, envolvê-lo com as mãos, brincar de lego, brincar de deus. E isso tem se tornado como um câncer em mim, e mal sei diferenciar amor de sinto muito por te amar tanto e machucar tanto nunca querendo machucar. Se sentir a última da fila para poder requerer seu abraço. Mas hoje temos um azul profundo de céu, querendo colorir todos os cantos, querendo nos dar uma trégua, desculpas sinceras da vida.